Desporto | Surfista de ondas rasas


Só mesmo dessas. Das outras, acima de 1 metro, de certeza que o resultado seria outro.

Adorei a experiência! É uma sensação fabulosa, mas só tenho "muito jeito" para me manter sentada em cima da prancha. O resto - aquilo que interessa -, como por-me de pé na prancha, já é pedir demasiado.

São Torpes, Sines. É aqui que fica a Escola de Surf Litoral Alentejano (ESLA) que amavelmente nos orientou nesta nova aventura. Primeira vez para mim e para os meus padrinhos - maçaricos na matéria, mas de júnior a seniores no mundo desportivo - percebemos rapidamente que surfar parecia bem mais fácil quando sentados na esplanada a ver outros deslizar pelas ondas. 

Se nunca experimentaram, não subestimem os audazes das ondas. Além de ser necessário uma grande preparação física (especialmente uma grande força de braços), aquilo de nos mantermos de pé na prancha não é coisa para se fazer nem à primeira, nem à segunda.

Mas uma coisa é certa: mesmo sem concluir a aula com distinção, diverti-me à brava!
Se puderem experimentem. Faz bem ao corpo e à mente. 

(Mas não me cobrem se no dia seguinte não se conseguirem mexer com dores no corpo todo - been there, done that!)










 Fotografia: ESLA

 Fotografia: ESLA

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