Algarve para as ocasiões

 Praia da Rocha

Numa centenazinha de quilómetros mudamos de ares, num par de horas fugimos do stress e sem magia alguma até mudamos de estação do ano. As maravilhas deste pequeno país são mais que muitas e outras tantas estão para ser conhecidas, mas neste fim-de-semana revivi um programa de infância que não repetia há já uma década.

Portimão era destino de férias da família Nunes. Todos os verões saíamos da terra e partíamos rumo ao sul para aproveitar o sol algarvio. Tenho ideia que não era tão movimentado como agora - ainda que o Algarve já fosse dos "bifes" -, mas as noções de criança são sempre diferentes das noções de um adulto (ou quase). Agora quero é paz e sossego, praias quase desertas, mares paradisíacos e restaurantes sem filas de espera. Ou não. Ou quero ver pessoas a toda a hora, sentir a agitação das ruas, viver o dia e ainda mais a noite. Bipolar? Não. Tento apenas dar à psique o que ela precisa, tal como percebo o que o corpo me pede. E o nosso país é perfeito para conseguir o equilíbrio. Vou ao Algarve no pico do verão quando a minha alma pede festa todo o dia e toda a noite, e desço novamente no fim do verão para um retiro de fim-de-semana sem muita gente e muito descanso. 
Noutras ocasiões, outros recantos serão eleitos.




Alvor










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