Menos palavras, mais acções.

Repito a mesma ideia em diversos contextos e conversas: se queremos alguma coisa temos que fazer por tê-la, não vale a pena dizer que vamos fazer e pedir aos céus. O mundo faz-se de acções, não de palavras bonitas. As palavras podem eventualmente inspirar a determinada altura, mas sem uma prova ou em incoerência com os actos, são descredibilizadas. No final de contas, é do exemplo que vivemos, dos actos que nos mostram que é realmente possível chegar lá, ser assim, fazer aquilo, ter não sei o quê. As palavras fazem falta, sem dúvida - não fosse eu uma pessoa de comunicação - mas também pela formação profissional percebi que uma imagem vale mais que mil palavras, seja uma imagem estática ou que perdura num determinado espaço de tempo em forma de gesto ou acção.


Debato-me com esta questão pelo sentimento de estar presa aos "se" e aos "eu devia" desta vida. Falamos demasiado sobre o que gostávamos de ser ou fazer e passamos pouco tempo a trabalhar para isso. Daí admirar tanto as pessoas que simplesmente fazem o que têm que querem fazer e se superam todos os dias em algo novo.
A auto-motivação fascina-me. É um desafio constante e dos mais difíceis, mas quebrar algumas barreiras pessoais, superar-nos umas quantas vezes, fazer coisas que "eu nunca faria" ajuda-nos a chegar lá. Passamos das palavras à acção e finalmente percebemos que é isso que nos define e nos faz sentir bem. Afinal, impossible is nothing.

Exemplo desta atitude é o desafio #21earlydays do Filipe Castro Matos.Conheçam as 12 lições de acordar às 04:30h durante 21 dias aqui.

Vanessa, from A Woman's Diary

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